domingo, 19 de agosto de 2012
It's better when we were together
Dessa vez me veio um sentimento ruim e por isso decidi escrever aqui. Acordei hoje, nesse absolutamente comum domingo com um péssimo sentimento. Na realidade não queria fazer nada mesmo sabendo que tenho muitas coisas da faculdade para fazer, até ai acredito que seja mais do que normal para as almas mundanas.
Contudo percebi que esse mal estar se perpetuou durante todo o dia... não queria fazer nada ou pensar em nada. Em outra pessoas me senti completamente vazia, tal qual um vaso no meio do deserto e isso sim me foi estranho. Não sei até que ponto isso é normal, mas para minha pessoa isso ocorrer hoje foi realmente algo inesperado, afinal o que eu poderia reclamar do meu atual estado de vida? Quer dizer, eu estou na faculdade que eu queria, fazendo o curso que eu queria, convivo com pessoas com quem eu gosto, amo minha família infinitamente... Mas mesmo assim, sinto que há algo que estou perdendo, algo importante.
Ao longo do dia fiquei pensando o porque de tal sentimento e conclui que talvez fosse um tipo de saldade... Imagino ser bom lembrar o passado mas não se deve ter saldade do passado, afinal ele não volta, mas acho que mesmo sabendo disso inconciênte aprontou comigo. Hoje terminei de ler a série de mangá Ouran High School Host Club, talvez a autora tenha agravado um pouco meu estadod e espirito amis pensativo.
Enfim, andei relembrando meu ano passado e percebi o quanto eu queria que aquele ano nunca mais acabasse. Isso é até estranho considerando o fato de ter sido um ano de vestibular, mas é verdade sinto saldades! E acho que sinto mais saldade do ano passado do que de qualquer outro ano do meu colegial. O que quero dizer é que considero que tenha sido o melhor ano! E eu em algumas (ou várias) postagens aqui desse blog reclamei do ano passado e disse que era o PIOR ano da minha vida, mas algo muito muito forte do ano passado me deixou saldades... e acho que foram as pessoas.
Lembro-me com se fosse ontem todas as minhas amigas juntas na sala sorrindo e fazendo brincadeiras, lembro-me de pessoas incriveis com quem convivia todos os dias e também como não lembrar-me de como eu era (ou como eu lembro que eu era). Acho que era mais sorridente e brincalhona, menos madura e MUITO mais sonhadora. Ai ai que desgosto pensar que esse ano tudo mudou.
Mew... como eu era feliz em ver pessoas as quais confio junto a mim, me apoiando e ajudando com o que eu precisasse. Pena que o mundo não seja assim de verdade.
"Era um pessoa IGUAL a cem mil outras pessoas. Mas, eu fiz dela um AMIGO, agora ela é ÚNICA no mundo" (O Pequeno Principe)
Ontem eu fui almoçar com minhas amigas, mas só uma pode ir, todas as outras tinham seus prórpios compromissos (ok eu fiquei decepcionada) mas não posso ser tão mesquinha assim né? Cada um foi para o próprio caminho e tem coisas a fazer, talvez na proxima vez todas venham e possamos nos divertir juntas tal como ano passado. Enfim, não sei como minhas amigas veem essa separação.
Outro dia uma mulher me ligou chorando desesperadamente me pedindo ajuda, ela estava com medo, muito medo, porque sua filha voltara a ficar estranha como tinha ficado ano passado e no ano retrazado. Ela chorava e implorava para que ue não abandonasse a filha dela. Fiquei triste por isso ter acontecido, mas estava feliz também de algum modo por ver que eu podia fazer a diferença na vida das pessoas... puro egoísmo. Mas as vezes penso se eu não sou tão solitária quanto a essa menina.
O que quero dizer é que as vezes me sinto sozinha e realmente não gosto disso. Será isso que aconteceu hoje? Solidão?
De qualquer modo estou muitíssimo anciosa por domingo que vem porque eu e minhas amigas vamos nos encontrar no Frans Café e se alguma delas ousar faltar eu irei na casa delas no final de semana seguinte. Não aguento essa saldade de ser tão feliz! u--------ú
Ai ai... talvez eu precise mesmo é de um namorado. o.O'' Ou simplismente devesse ir para um psiquiatra.
Além disso, tem tantas coisas da faculdade para fazer!!!!!!!!! BUAAAAA!!!!!!!!!! E tenho a tarefa da aula de japonês... Nhhaaaa!!!! All of this will get me crazy!!!! E ainda essa merda de autoCAD que eu não sei instalar direito! E o mangá acabou! E tenho milhares ed textos da faculdade para ler! E estou com saladades das minhas amigas! E BUAAAA! i--------i [comportamento infantil]
But that's ok... Não posso ter dó de mim mesma também... Vou encontrar um jeitinho de ficar bem e sorrir, não posso fraquejar assim tão facil. Tenho um sonho a alcançar e não posso me lamentar assim só porque é dificil! Verei minhas amigas em breve, o tempo não volta e devemos ser felizes todos os dias e não só no passado, quem vive de passado é museu. Então, gambatekudasai! >.<''
"[...]It's my life, it's now or never
I ain't gonna live foverer
I just wanna live while I'm alive
It's my life
My life is like an open highway,
Like Franklin sad: "I did it my way".
I just wanna live while I'm alive
It's my life[...]"
(Bon Jovi)
[Ai ai... a internet caiu...=___='']
[HAHAHAHA!!!! Fiquei aqui escrevendo no leptop e nem perceberam que eu não jantei e já tiraram as coisas da mesa. Tudo bem.^^'' Devem ter pensado que já comi]
domingo, 10 de junho de 2012
Felicidade independente
Nos ultimos dias, assim como em todos os dias anteriores as minhas postagens, meu psicológico se abalou. Acho que é carência... como uma saldade de coisas que nunca aconteceram. Estava meio enjoada do meu dia dia, um tanto cansada dos mesmos problemas. Eis que eu comecei a falar com minha amiga. Discutimos sobre se podemos mudar nós mesmo... Na minha opinião nós podemos mudar alguns comportamentos, algumas opiniões, mas jamais mudaremos tudo. Pois se mudamos tudo nós mudamos a pessoa e então a pessoa já não é o que era antes. De repente eu não sou mais eu e nem ela é mais ela mesma. Tanto isso é veridico que todos no mundo tem um pouco de criança.
domingo, 8 de abril de 2012
A poesia do meu dia
Definitivamente, isto é uma nova fase na minha vida. Não tenho mais como negar que tudo mudou, as pessoas mudaram, a rotina mudou, os costumes mudaram, etc... Mas, ao mesmo tempo que não vou dizer que não tenho saldades, posso afirmar que tenho uma visão muito mais positiva sobre o mundo.
(Gregório de Matos Guerra)
Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da Luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tritezas e alegria.
Porém, se acaba o Sol, por que nascia?
Se é tão formosa a Luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?
Mas no Sol, e na Luz falta a firmesa,
Na formosura não se dê constancia,
E na alegria sinta-se a triteza,
Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza.
A firmeza somente na incostância.
(Carlos Drummond de Andrade)
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus,
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo."
Contudo, é importante que todos aqui saibam, o mundo é um lugar perigoso. Este mundo (mundo vasto mundo) está cheio de perigos que nos espreitam, cheio de falsidades (MÁSCARAS), más intenções, etc... É preciso cuidado.
(Raimundo Correa)
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja a ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!"
"Ismália
(Alphonsus de Gumaraens)
Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar..."
Essas são só algumas poesias...
Ensaio
Vou postar aqui o ensaio que fiz para a faculdade. Como primeira experiência com esse tipo de texto eu realmente não estou segura de que tenha feito certo. Tomara que meu texto seja inteligível e que não possua muitos erros ortográficos e gramáticos.
Separar a história e a geografia de uma crítica arquitetônica?
Quando observamos uma obra artística procuramos valores, sejam eles positivos ou negativos, que nos chamam a atenção. Esta simples procura já é um ato crítico, pois há uma hierarquização, a partir de uma interpretação, das características do objeto analisado. Porém, toda obra foi feita perante um contexto histórico, que deve ser levado em conta durante uma análise crítica. Afinal, a não contextualização do objeto criticado gera uma interpretação deficiente.
Imaginem a página de um pequeno jornal onde está escrito: “Mulher rouba supermercado pela terceira vez”. Para um olhar ignorante ao contexto, a mulher a qual o jornal se refere torna-se uma mera infratora da lei, quando na verdade, é possível que, as próprias circunstâncias anteriores a tenham levado a prática criminosa. Nessa situação, uma avaliação superficial do caso, acaba por gerar uma grave distorção que dá origem a uma injustiça.
Analogamente, ocorre durante a leitura de uma pintura, livro ou construção. Quando se desconhece o contexto em que foram produzidos perdemos fatores de extrema importância para o bom entendimento da obra. Um exemplo mais direto foi o movimento modernista, o qual foi inicialmente muito criticado, uma vez que não era reconhecida a intenção. Neste caso, houve inclusive uma árdua crítica feita por Monteiro Lobato se dirigindo a Anita Malfatti no texto “Paranoia ou Mistificação- a Propósito da exposição Malfatti”, no qual o escritor rebaixa a “escola” modernista. Apesar de tal situação, posteriormente o modernismo foi mais bem reconhecido, pois foram compreendidas as intenções da “escola”. Em suma, toda obra tem um objetivo, uma intenção, um porque que são perdidos quando não é considerado o contexto de produção.
No mais, é importante perceber que esta tal intenção influencia não só a aparência de uma obra, como também os princípios de construção, as técnicas empregadas, os materiais escolhidos, a estrutura utilizada, etc. Por exemplo, há um motivo para a técnica empregada no impressionismo, a qual é explicada pela própria filosofia do movimento de mostrar impressões e não somente a representação perfeccionista da realidade.
Ademais, a intenção sofre influências da geografia e da história. Tal ocorre como uma via mão tripla, na qual os três fatores determinam-se entre si. Em suma, não se pode esperar que o movimento modernista ocorresse no século XVII, que os mesmos materiais fossem aplicados na América do Sul e na Europa, ou que fossem utilizadas hoje as mesmas técnicas inventadas na antiguidade.
Desta maneira, ter ciência histórico-geográfica permite uma maior capacidade de interpretar que tipo de materiais e técnicas estavam disponíveis em certo momento e quais não estavam. Por conseguinte, é possível observar, pelos contrastes, os avanços e mudanças na história, bem como a quebra de paradigmas, mudança de perspectivas, etc. Novamente somos levados a crer na importância do conhecimento histórico na crítica.
Além disso, focando na crítica à arquitetura, o contexto físico o qual se desenvolveu a obra é de especial relevância. Esta ideia está bem posta no trecho: “Ele (o olho humano) se prende a tudo e é atraído pelo centro de gravidade da região inteira. De um só golpe o problema se estende aos arredores. As casas visinhas, a montanha longínqua ou próxima, o horizonte baixo ou alto são massas formidáveis que agem com a potência de seu cubo (...); seu edifício cuba 100 000 metros cúbicos, mas o que está em torno cuba milhões de metros cúbicos, que é o que conta” (“Por uma arquitetura”- Le Corbusier). Ou seja, tão importante quanto o interior de uma obra arquitetônica é o exterior. Tal ocorre pelo fato do externo fazer parte do equilíbrio da obra como todo, seja por questões físicas de insolação, pela gestalt da produção artística em relação à paisagem, pelo sentido dos ventos, etc.
Para exemplificar a lógica anterior, podemos citar a Acrópole de Atenas. Neste caso, há uma APARENTE desordem na planta, como é possível conferir na imagem abaixo. Mas, Le Corbusier, na mesma obra dita anteriormente, esclarece esta situação. Esta escrito: ”O equilíbrio não é mesquinho. É determinado pela paisagem famosa que se estende do Pireu ao Monte Pentélico. O conjunto é concebido para ser visto de longe: os eixos seguem o vale e os ângulos falsos são habilidades do grande cenarista. A Acrópole sobre seu rochedo e seus muros de sustentação é vista de longe, como um bloco. Seus edifícios se concentram na incidência de seus planos múltiplos”. Em suma, a planta possui tal aparência por um motivo, uma lógica que não pode ser despercebida.
Contudo, é necessário atenção ao fato de que a paisagem, por fatoresda geografia, muda com o tempo, bem como as condições físicas de uma obra arquitetônica. Exemplificando, há o desgaste dos materiais e meios, seja por graves acidentes termoclimáticos ou pelo simples intemperismo. Logo, cabe a aquele que está interpretando criticamente considerar esses fatores, para que assim sejam mais claros os esforços aplicados, a grandiosidade e beleza da obra. Tanto é importante esse elemento que hoje temos como grandes referências as obras greco-romanas, mesmo que já muito ruidas pelo tempo.
Como última consideração, para o bom entendimento de uma obra arquitetônica, de acordo com Leon Battista Alberti na obra “De Re Aedificatoria” , devemos ter em vista os seis príncipios da concepção: à região (regio), à área (area), à divisão ou planta (partitio), à parede (paries), à cobertura (tectum) e às aberturas (apertiones). Essa concepção é importante pois Alberti foi quem consolidou a crítica arquitetônica a partir desse primeiro tratado de arquitetura. Porém, é essencial notar que quando ele estabelece a regio não se refere só ao meio físico do local, mas todo o contexto politico-econômico-social que envolve a obra em certo momento histórico. Portanto, desde aquela época já era considerada a história como um fator primordial para a crítica.
Em suma, a crítica arquitetônica é uma atividade de complexidade considerável, em que existem muitas variáveis a serem consideradas de modo simultâneo, como o próprio Alberti estabeleceu. Neste ato, a história possui um papel de destaque, pois muitas de tais variáveis são subordinadas a ela, principalmente no que diz sobre questões ideológicas. Já a geografia necessita de atenção especial no sentido de que é a limitante física da expressão arquitetural. Assim, apesar de uma obra poder emocionar sem necessariamente conhecer-se o contexto de produção, conhecendo-o somos mais capazes de usufruir tudo aquilo que está contido dentro da arquitetura. Portanto, para que uma crítica seja mais justa e correta é preciso o conhecimento histórico-geográfico.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Novas experiencias
Enfim, parece que uma nova jornada começou e que novos tempos chegaram.
Durante esses primeiros dias de aula eu percebi muitas coisas:
Primeiramente notei que existe uma quantidade consideravel de pessoas que eu conheço e estão na USP. Quer dizer... Já encontrei com: Rinom, Phil, Lucas Santos, Carol Alessio, Lucifer, entre outros. Além desses que eu já encontrei existem vários outros que eu sei que estão por lá, mas que eu ainda não trombei, como por exemplo: Marcão, Haruo, Carlos, Kim... Em outras palavras a USP é como um novo mundo para mim, um lugar diferente de qualquer outro, um lugar especial.
Entre outras coisa que notei nesse novo mundo é que lá é realmente um lugar incrivel do ponto de vista social. Pelo menos é o que eu senti. Antes de entrar lá as vozes me diziam que encontraria lá somente gente drogada, alcoolizada e afins, mas isso não foi uma realidade que EU encontrei. Na realidade o que eu encontrei foi uma mesa do doces com confrinhos do lado; nessa mesa você mesmo se serve e você mesmo paga, não a ninguem para te cobrar o dinheiro ou te impedir de roubar. E de fato ninguem rouba porque é algo tão legal que por respeito a si próprio ninguem rouba. (frase confusa eu sei). De qualquer modo fica a dica dessa mesinha mágica, que todos os dias está recheada de bolos de chocolate, brigadeiros, trusfas de copinho... HummMMmMmmM....
PS: Percebi também que na USP tem muitas cigarras, me sinto no mato.
E enfim... Muitas novidades para mim. *0*
(finalizando porque preciso ir dormir...)
BEIJOS
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Tempo de conquista

"O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem"
(Guimarães Rosa)
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
O Mundo
Ao meu ver o que está ocorrendo é uma luta aos moldes oligarquicos do absolutismo, porém com um pequeno agravante: a mídia. De um lado a aristocracia que rege a USP defende a atual administração(O qual o reitor Rodas é o principal icone), do outro a mídia estrapola o senso de manipulação atacando para o lado errado e, finalmente, mas não menos importante para a analise, estão os estudantes, ou como a mídia chama: "maconheiros",protestam.
Devo esclarecer uma realidade que muitos sabem e poucos veem. A mídia só está lá a serviço da desinformação. Apartir de recortes, distorções e mentiras a máquina de alienação, como prefiro chama-la, aponta o dedo indicador para a questão da Maconha no campus. Particularmente não gosto da ideia do consumo de drogas, mas nesse caso o uso ou não dessas substâncias não é o ponto em foco. Sendo na verdade o caminho encontrado pela mídia para mascarar problemas muito mais profundos, os quais citarei depois.
Além do mais, erra quem dizer que todos os estudantes da universidade de São Paulo são consumidores de drogas(a generalização é no mínimo grosseira) e também erra ao dizer que só na USP existem consumidores de drogas e não em outras universidades. Prova deste ultimo fato é que ano passado um estudante da Mackenzie, uma instituição religiosa(presbiteriana) e em muito sentido elitizada, foi preso por traficar drogas. Logo, descartemos a opinião da mídia e também a de todos aqueles que são coniventes as "merdas" que o quarto estado divulga.
Contudo as duas grandes questões são: A presença da polícia militar e a Oligarquia empregada na organização da USP. Desde a ditadura a polícia militar se tornou um instrumento governamental de controle, herdando ainda hoje procedimentos ditatoriais. É vergonhoso admitir que ainda há tortura, que a corrupção é quase a regra, que a mídia tem o mesmo papel de alienador que em 1964, que o Brasil é aquele com mais poderoso arcenal militar para combater conflitos urbanos(somos os melhores em reprimir manifestações nas cidades; quanto orgulho. E depois acham estranho um tanque blindado subir os morros do Rio de Janeiro)... Em outras palavras, o que quero dizer é que o Brasil ainda guarda essências da ditadura e que este fato se espelha na despreparação militar para lidar com questões urbanas de modo não violento. (É rotina jogar bombas de efeito moral e usar spray de pimenta com justificativas completamente arbitrarias).
Tal questão me pareceu evidente na USP. Desde o assassinato do estudante da faculdade de economia, a policia militar foi implantada no campus e atuava de modo ditatorial. Depoimentos demonstram inumeros excessos por parte da polícia (claro que nada vai aparecer na globo, dãr). Particularmente acho sim que a segurança no campus é uma necessidade, mas no molde como a policia militar atua os efeitos negativos foram muito mais sobressalentes. Ademais, alguns fatos são ignorados: má iluminação da universidade, insuficiência dos onibus circulares e PRINCIPALMENTE o fato de que a violência urbana não é uma questão a ser resolvida simplismente com mais violencia e sim com politicas publicas. Ou seja, é sim positivo o inocênte objetivo de melhorar a segurança com a presença policial, mas não há cabimento em um retrocesso a ditadura. Enfim, não há espaço para a repressão, especialmente em um contexto universitário(onde os indivíduos possuem por esselência um imenso potêncial revolucionário/ crítico).
Quanto aos estudantes, foi errado ocupar a reitoria naquele contexto e foi errado esconder os rostos frente a uma reivindicação. Mas, é coerente (alias muito coerente) o protesto contra a oligarquia estabelecida na universidade, onde poucos tem o poder de decisão(por definição do termo que usei) e estudantes/funcionarios não possuem representatividade. A organização da USP é um verdadeiro exemplo de anti-democracia(não vou explicar todo o sistema, sugiro uma pesquisa- foda-se). Assim, a colocação da policia militar no campus não foi uma medida democratica e nem uma opinião compartilhada entre estudantes e administração.
Concluindo, a questão envolta da Universidade da São Paulo está sendo alvo de críticas superficiais, hipócritas e muitas vezes simplismente idiotas. Defendo a democratização da organização da USP, a "desditatorização" da polícia militar e a plena desalienação da opinião pública sobre o assunto. Não sei se estou sendo utópica demais...
OBS: Sugiro também um olha crítico sobre outras questões como o movimento occupywaalstreet, a contrução de Belo Monte e a "pacificação" de favelas.
OBS2: Simplesmente bizarra a campanha Gota d'agua... bizarro!!!!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
O sonho
Sofrivelmente lavo meu rosto com a água fria, se não gélida. Sinto que meus olhos não querem se abrir, pois não gostam do que vêm e também sabem que depois do despertar o sono vai demorar a retornar.
Aperto fortemente o rosto contra a toalha ainda úmida do banho do dia anterior. Contudo não me apresso em voltar ao quarto para me trocar, não. Pelo contrário, me deixo ficar suspensa naquele ambiente vaporizado, denso, sufocante. Talvez tenha esperança de que o desespero me disperte.
Finalmente coloco o padrão em meu corpo e arrasto minhas pernas até a cozinha. Sempre o mesmo copo de café mas nunca a certeza do que forçosamente comer. Afinal, não tenho fome quando acordo, mas como algo para não ter que depois comprar o que me alimente em sala de aula. Aah... Que tristeza pensar.
A rotina continua e continua e continua... Persistente... irritante.
Piso na escola. As mesmas pessoas, os mesmos sorrisos, as mesmas ilusões, as mesmas intensões, as mesmas dores, os mesmos tédios! Tudo tão pálido quanto o orvalho da manhã. Quanto desgosto há em ver as opiniões formadas, as alienações flagradas e as imposições forçadas. Quanto vazio em perceber que tudo aquilo não passa de um circo. No palco os professores tentam dar o exemplo de como se faz. No público os alunos, como animais, bossais, fingidos tentam absorver tudo; mas tanto há para entender que pouco resta para pensar.
Mentes vazias, insensatas, alienadas... Como eu? Como você? Nossa vida talvez não passe de um jogo de alucinações! Gente bastarda, gente hipócrita, gente rica? Não sei se todos, mas não posso garantir. Mal tenho certeza do que sou, como posso julgar quem são os outros? Existe prova maior do que esse simples flagrante de ignorância?
Riam de mim, falem de mim pelas costas, me critiquem, me traiam... E desconfiem de que não sou nada e que da mesma maneira vocês também não são. Afinal, quem você é? Quanta gente no mundo não está a andar mascarada? Por que você seria diferente? Adimita individuo, você é só mais um.
Enfim bate o sinal das uma e cinquênta e cinco (afinal se fosse as duas horas seria muito tempo de aula, é a mesma lógica do R$1,99). É hora de almoçar, mas almoçar o que? Ser estorquida pelos estabelecimentos por uma comida mais saldável ou comer um lanche e morrer um dia de ataque-cardiaco? Ah resposta é obvia, o lanche; lógica simples do capital.
Vou ressalvar um fato, apesar de tudo é nessa hora, a única hora em que mesmo que por alguns instantes posso parar, olhar o céu, invejar aquela paz e então sorrir.
E depois vem a tarde atropelada pela necessidade compulsiva e imediata de estudar. Um a um os "imperativos" surgem na cabeça; eu tenho, eu devo, eu preciso, eu vou, eu posso. No final, passamos mais tempo tentando decidir do que agindo de fato.
O dia está acabando. Você sente que não fez nada, se sente vazio, se sente igual. Não há transformações. O vazio, o vazio que ecoa no âmago de cada um de nós.
Finalmente a noite vem. Mas, pelomenos a mim, quantas vezes ela não mostrou sua faça mais obscura e mórbida. Chegar em casa e ver o mundo cansado. Muito me dói chegar em casa e perceber que a primeira coisa que ouço são os berros de minha mãe a reclamar da vida, dos filhos, de si mesma, dos outros, do dinheiro, de tudo. E o quanto me fere adentrar no que chamamos de "casa"e ver as contradições? Afinal, o que mais me causa dor é perceber o caos, o caos em toda parte.
A vida é injusta e ela nunca escondeu esse fato, mas por que? Por que dinheiro? Por que ela trás tanta tristeza para uma família? Quantas preoculpações! Dívidas! Privações??? Não espero que muitos de minha escola me entendam e não espero que eu entenda.
Querem saber a verdade? Eu odeio esse ano, odeio. Queria voltar 2 anos atrás! Só dois anos e lá permanecer como o Peter Pan. Aah vida maldita, vida ingrada, vida sangrenta, vida injusta, vida es-far-ra-pa-da! De nada adianta se arrepender.
Enquanto isso tranquilamente a hora passa. A madrugada fria trás a sensação última. As altas horas da noite nos dão o fim, nos dão a morte, a morte que vem tarde, lenta, fria, forte, nua. Os olhos fecham cansados e sofridos ao mesmo tempo que lacrimejam a breve felicidade de poder descansar. O sono vem sereno, mas o sonho já não vem; a morte vem descreta mas o quarto despertador toca antes.
sábado, 13 de agosto de 2011
Olá meu nome é...
Lamento aqueles que já não andam comigo, aqueles que já não gostam de mim. Me desculpe se pareço ser tão distante e irreal, mas sou assim...Me perdoe por tanto sofrimento, dor e angústia que já trouxe, mas não posso evitar....
Não sou sádica, não sinto prazer em torturar as pessoas. Acredito que na realidade eu exista para trazer felicidade, força e insentivo para cada ser humano sobre a face da Terra. Sinceramente gostaria que eu pudesse trazer somente felicidade. Sonho com o dia em que não deixarei nenhuma mãe a espera de um filho que fora para a guerra, mas que nunca retornará; com o dia em que não deixarei nenhuma alma esperando por um amor que nunca chagará; com o dia em que eu não traga a dor de uma espera eterna...
Peço a todos que não gostam de mim que nunca esqueçam que eu existo. Afinal, o âmago humano nunca estará completo sem minha presença, pois é a subjetividade humana que faz do homem um ser humano. Por mais pleonástico que essas minhas ultimas palavras pareçam ser, não se engane, pois vocês são o que são graças a mim. O que seriam vocês sem a capacidade de acreditar que há um futuro? Será que seriam capazes de amar sem a creça no amanhã? Sem mim o planejamento não existiria e nem ao menos hareria sentido em estudar, trabalhar, etc.
Não estou pedindo que me agradeçam, quero somente que me permitam estar junto a vocês e que me deêm um pouco de atenção. Sei que sou chata, sei que não sou sempre sincera, mas acredite... o que mais quero é o bem de vocês. Reconheço que sou boba e prova disso é que estou aqui suplicando que aceitem minha compania... podem rir de mim.
Ando me sentindo muito solitária. O mundo anda me deixando de lado. As pessoas não querem mais falar comigo, elas me teem em compania as vezes, mas estão tão alienadas a rotina que não mais me consultam. Isso está me enlouquecendo. A mim parece que o mundo não tem mais tempo de pensar, sorrir, sentir e aprazer a vida. Não há nada mais triste!
Obrigada por me ouvir. Sei que essas pouquíssimas palavras pouco irão resolver a questão, mas obrigada. Precisava desabafar ao menos um pouco...
Ouvir Estrelas
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda noite, enquanto
A Via Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir o sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizes, quando não estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".
Só posso agradecer-lhes por este pequeno momento. Obrigada.
sábado, 9 de julho de 2011
Mãos
Faz um bom tempo que não posto (outra frase que sempre digo). Ando meio cansada da mesmisse da vida, ando meio revoltada com o mundo, ando incomodada com minha própria preguiça, ando ... ando... não ando? Posso andar.
Não quero demonstrar mais raiva do mundo, apesar de não raramente tê-la. Hoje acho que não vale a pena falar disso, hoje queria dizer um pouco sobre os pequenos detalhes da vida, coisas que não se vê por dados, gráficos, livros... pelomenos não com a totalidade que tais detalhes necessitam.
Durante os finais de semana de minhas férias estou ajudando, como aconteceu nos últimos anos, na quermesse/festa julina da igreja aqui da comunidade de Nossa Senhora Aparecida, aprendo muito a cada vez que participo desse evento... sendo que nenhuma delas eu aprenderia se ficasse simplismente presa as quatro paredes de uma sala de aula.
Semana passada, por exemplo, me lembro que ja no final da festa minha irmã entregou a uma mulher que recolhia latas de alumínio os restos de batata frita, aqueles que são pequenos e salgados, muito salgados. Contudo, vendo a cena meu cunhado irterpelou-a e interrogativamente disse: "Mas mor... ". Queria ele se referir ao fato de serem salgados demais. Porém minha irmã lhe respondeu..."Mor, mas para que não tem o que comer...". Não sei até que ponto isso pode ser considerado um preconceito para quanto aquela mulher, mas essas palavras são verdadeiras.
Quer dizer, todos os dias quando nos sentamos para comer e temos ali arroz, feijão, macarrão, salada, bife... não importa, temos os que comer. Acredito que seja sim esse momento um momento de agradecer, não acho que possamos ignorar as palavras de nossas sabias mães... "Desperdiçar é feio"; "Não é para deixar comida no prato"; "Pode comer o quanto quizer, mas não desperdice comida".
Não digo que seja crime vc não aguentar comer toda a comida que vc tinha, o grande erro são as implicações morais. Em outras palavras, não seria um desrespeito para quanto aqueles que de fato não tem comida, você esbanjar alimento a ponto de desperdiça-la? O mesmo acontece com a água, com a escola, com tudo... E é esse tipo de detalhe que as pessoas ignoram todos os dias.
Andamos muito distraidos, não sentimos mais nossa realidade, tememos nosso mundo... temos nossa criação? Nos concentramos tanto em nossas funções no organismo social que nos tornamos insensíveis, racionais, objetivos. Não quero dizer que está errado tentar racionalizar o mundo, é que nem tudo pode ser racionalizado. Como é possivel racionalizar a sensação de olhar o céu e vê-lo limpo, puro, leve? Como racionalizar a sensação de ter os braços maternos envolta de si? Como racionalizar o afeto? Como racionalizar o amor? A tristeza?
Talvez a maior problema do mundo é ignorar o céu, as estrelas, o amor...
1. Devemos agradecer todos os dias aquilo que temos, agradecer pelo amor que recebemos, agradecer nossa vida, agradecer... Tão poucos agradecem quando você lhe sorri...
2. Paremos de ser tão agoístas, compartilhe sua felicidade, ajude quem está triste... o mundo não gira envolta de nossos umbigos.
3. Não nos alienemos a rotina. Não somos robos, por enquanto.
4. Carpe Diem, por que o presente nunca se repete.
5. Não reclame, a vida é bela, se você não concorda é porque você mesmo fez isso com sua propria vida e só você pode muda-la.
6. Perca todos seus preconceitos, as pessoas são diferentes umas das outras, então não as julgue se não quizer ser julgado.
8. Não carregue esperanças pois o futuro é incerto...
9. Não faça favores esperando recompenças
10. Não seja radical, nunca há uma só resposta.
11. Chore, não tenha medo de si mesmo.
12. Não se importe com o que os outros pensam.
13. Tente entender você mesmo, suas limitações, suas barreiras... e tente ultrapassa-las, você pode.
14. Não guarde rancores.
15. Não dependa dos outros, eles podem te ajudar mas dificilmente estarão sempre ali.
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São só alguns principios... mas há tantas coisas... tantos "poréns". Não leve minhas palavras a sério demais, afinal são minhas e não suas, quero só que vc pense em suas ações. Vc dá valor a quê??? Vc chora porque perdeu um anel ou porque perdeu o anel que simbolizava o amor entre você e seu marido ou não chora? Suas mãos... você é capaz de se emocionar simplismente em observa-las? Seu prato de comida, voce agradece a cada colherada que dá nele? Sua mãe, você diz Eu Te Amo para ela? . . .
Então, pense sim na vida, pois vale a pena. =]
Aprenda a chorar ao ver suas mãos.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Fazer, tentar, sofrer, chorar... mas não desistir
Oi oi! Finalmente, depois de séculos sem postar no blog... descontando o desabafo inutil pois ele é uma exessão a regra. Enfim as férias estão chegando né? Contudo devo me recordar que vou realmente precisar estudar nas fe'rias... tirar o atrazo acumulado pelos vários dias de desvairios e loucuras que tive durante esse primeiro semestre de terceiro colegial...
Há aqueles que acreditam que esse seja o melhor ano de todos na escola, que este seja o fim, que este seja um começo, que seja uma esperança para o futuro... Muitos acreditam em muita coisa. Mas sinceramente, apesar de todas as brincadeira, risos, piadas, etc; me recuso, simplismente me recuso, a dizerf que este seja o melhro anod e minha vida, ou que este esteja sendo um bom ano. Não tenho total certeza, mas junto de tanta liberdade e tantas descobertas sobre o mundo e sobre meu próprio psicológico, acabamos sofrendo de um modo ou de outro.
Melhor explicando... Por mais que nos sintamos bem conosco, essa sensação não perdura.Ao menos eu senti isso... Vou começar a vagar pela minah mente, então, perdoem todo o sentimentalismo e subjetivismo.
Digamos que eu comecei o ano com a maior força de vontade possivel e imaginável, estava disposta a ser escrava de mim mesma e do tempo para me centrar em estudar... queria realmente dar tudo, absolutamente tudo, de mim para entrar na faculdade. Pensava que seria capaz de fazer tudo, que conseguiria de tudo se eu tivesse vontade.
Mas com o passar do tempo eu não sío comecei a me deteriorar fisicamente/ psicológicamente mas como também minha mentalidade começou a mudar... E então veio o primeiro choque.
Minha mente não conseguia mais conciliar coisa com coisa. Não sabia mais se o que queria era aquilo... não sabia se valia a pena... não estava mais aguentando aquele ritmo. Assim, ficava angustiada, triste, baixa auto-estima, pensativa, distante, intolerante, etc... Por fim comecei a duvidar de tudo. Não conseguia mais afirmar se conhecia as pessoas, se confiava nelas, se acreditava no que estava a minha volta, se tinha esperança no futuro... Enfim a loucura.
Muitos acreditam que eu choro muito pouco... mas confesso que na realidade sou talvez a mais chorona de todas as choradeiras... Acho que eu só não gosto de chorar em público, de me sentir fraca, de preoculpar os outros. Mas no fundo sou tão fragil, fraca e impotente quanto qualquer outro adolescente em crise. Mil vezes quis um abraço mas não queria pedi-lo, várias vezes quis dizer coisas mas até hoje não tive coragem, muitas ocasiões exitiram em que queria alguem se preoculpando comigo mas a moral falou mais forte.
Voltando ao assunto... Para piorar (ou não) meu estado psicológico, aconteceu comigo o que não deveria acontecer... o amor[?]- Deveria acreditar nele? Eis a gota d'agua... Frenquentes crises de choro, neuroses, pensamentos, egoísmos, desejos, vontades,... tudo se misturou e fez um turbilhão... foi o segundo choque.
Afinal decidimos tentar esquecer, tentar nos concentrar naquilo que estavamos ali para fazer... Estudar. Confesso aqui, mesmo que de forma tímida e receosa(não sei se deveria dizer), que ainda não consegui superar por completo essa temática recorrente.
O tempo passou... pensei ter esquecido o fato, acreditei estar bem, me enganei, me iludi com o microcósmos que me envolvia, via tudo de modo positivo, só porque eu queria ver tudo de modo positivo, mesmo que definitivamente não fosse algo bom. E então, mergulhei nos estudos. Não deu certo, minha saude foi pro saco e comecei a tomar complexo vitaminico.
Não sei se eu realmente estava enlouquecendo, se estava desmoronando... Acho que nem lembro se eu sabia o que eu estava fazendo, o porque de estar ali. Só me lembro de mim mesma apática, sem o mesmo sorriso, sem o mesmo olhar... Estava cansada, mas me recusava a mudar.
Minha memória é falha... então não me lembro bem quando eu mudei devolta para os eixos... talvez na virada cultural... beatles... Sim... Beatles me resgatou do meu estado depressivel. Tive na musica o afeto, a subjetividade que faltava em minha vida. Foi uma mudança COMPLETA de paradigma. Derrepente eu não me importava mais tanto com o vestibular... queria é ser feliz, ser cidadã, ter cultura, saber pelo empirico... não queria mais ver o mundo pela lente de letras e números. Queria sair, queria fazer TUDO!
Assim me mantenho pensando, apesar de não ter nesse momento a nossão se estou feliz ou triste...
Enfim, continuo tentando viver, sobreviver e etc.
Mas e a Moral de tudo isso? ...
Acho que a moral é a conciliação da responsabilidade do vestibular com o Carpe Diem. Em outras palavras, não podemos nos limitar as quatro paredes de nossas casas/ escolas/ trabalhos... A vida tem infinitos lados, infinitas interpretações... E as escolhas que fazemos sobre ela são de autoria completamente próprias, não podemos permitir que os outros decidam por nós.
Deve se lembrar que a vida é extremamente fragil e efêmera. Então de nada vale te-la se não usufruirmos dela, independente da época de nossas vidas. Ser vestibulando é ser jovem, é ser adulto, é ser o que se é, é crescer, é perder preconceitos, e se formar como cidadão, é aprender... aprender a viver...
In My Life The Beatles
There are places I remember
All my life though some have changed
Some forever not for better
Some have gone and some remain
All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall
Some are dead and some are living
In my life I've loved them all
But of all these friends and lovers
There is no one compared with you
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new
Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before
I know I'll often stop and think about them
In my life I'll love you more
Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before
I know I'll often stop and think about them
In my life I'll love you more
In my life I'll love you more...
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Desabafo sem sentido
Estudar
Tudo
tudo
Nada
NADA
MAIS NADA
Vazio
Vazio
mais nada
mais ninguem
ninguem
eu
ninguem
ninguem
eu
todo
tudo
ser tudo
ser alguem
ser você
ser eu
eu e você
iguais
igualdade
igual
iguais
igualmente
mente
mentir
sorrir
sofrer
sofrer e sorrir
sorrir e sofrer
FALSO
verdadeiro
MENTIRA
real
real
real
irreal
irrealidade
fantasia
sonho
sonhar
que sonho?
quê sonhar?
por sonhar?
pesadelo
cachorro
morto
será?
o quê?
por que?
BASTA
Basta
Chora
CHORAR
CHORAR
CHORAR
GRITAR
GRITOS
GRITANDO
GRITOS
GRITADOS
ouvir
escuta
se ouve
escuta
se escuta
entende
ouve
chora
abraça
entende
sorri
não sofre
não machuque
não
não
não
SIM
SIM
SIM
VIDA
VIVA
VIVA
VIDA
VIDENTE
vooe
vamos
liberdade
liberte
liberdade
diga
sábado, 7 de maio de 2011
Epopéia
Bom. Faz um tempinho que não posto, apesar disso não tenho muito o que escrever e provavelmente nada do que eu disser será util ou qualquer coisa assim.
Na minha vida nada mudou muito. Minha rotina continua sendo escola, casa, casa, escola, sair com os amigos, casa, escola, etc etc etc. Minhas tarefas da escola continuam a não ser feitas. Meu sono continua a ser de 5 horas por dia. Bom, para não falar que nada mudou confesso que comecei a tomar um complexo vitamínico, porque minha saúde estava no mínimo instável, alias, meu corpo inteiro estava completamente derregulado; assim essa semana eu comecei a tomar o complexo lá e acho que estou entrando em ritmo denovo.
Em relação as novidades acho que não tenho muito a escrever. Mas ontem eu sai com os amigos e etc. Rodizio de pizza no Varandas, foi bom, eu comi demais confesso, acho que pareci um homem de tanto que comi. o___O. 8 pedaços de pizza está bom parar vocês? Alias, essa saida de ontem acabou sendo uma experiência chocante. Vou contar para vocês:
O combinado era 6:30/ 7h no apartamento da Vani, que é no mesmo condominio do apartamento da Bell. Beleza... tinha ido para a casa da Belll me arrumar e fomos par acsa da
Vani, OK, até ai sem problemas. Quando estavamos indo para o rodízio, para descermos de elevador nos dividimos em grupos.. Então fomos eu, Bell, Diogo, Bella e Jacks. Dentro do elevador o Jacks disse que estava passando mal, mas tipo ninguem pensou o quão mal era esse mal, até porque nem deu tempo de pensar. O Jacks abaixou a cabeça e só disse "Mew, tou tonto", nisso a porta do elevador já estava abrindo. No que eu (a primeira a pseudo sair do elevador) coloquei um pé pra fora do elevador, só deu para ver um vulto.
O Jacks estava desmaiando, acho que ele foi dar um pseudo passo mas ele já estava desmaiando. Já curvo como um L deu outro passo, provavelmenet por reflexo do corpo que estava caindo para frente. O probelma é que a huns 2 metro da porta do elevador tinha uma parede, ou seja, ele bateu a cabeça com muita força na parede e fez um som muito alto. Eu e os outros 3 ficamos por um segundo meio que O______O. Mas a Bell foi a com reflexos mais rápidos. Ela foi até ele correndo e colocou a mão na cebça dele para saber se não tinah acontecido na mais grave. Graças a Deus não tinha sangue.
Então ele acordou e talvez e o colocamos sentados. A primeira pergunta que ele fez foi "O que aconteceu?". Nisso o outro elevador chegou com mais gente, supunhamos que a pressão ou a glicose dele tinha caido e então a Bella e o Diogo subiram para pegar sal ou algo pro Jacks comer. Foi um bom susto... Ficamos cerca de meia hora para ele se recuperar o suficiente para irmos para o Varandas. As 4 garotas perguntando se ele estava bem, falando para ele fazer isso ou aquilo, para ele comer, etc. Fizemos ele comer muita coisa, tipo, esfira, balas, chocolate, coca cola, sal...
No final deu tudo certo. Apesar do Jacks ter ficado com um belo galo na cabeça e dor no pescoço a noite foi boa. Foi quase uma aventura, mas sériamente fiquei preoculpada na hora, ainda mais porque se dependesse dos garotos o Jacks teria ficado lá, ou sei lá. Viva ao conhecimento feminino!
Enfim... No rodízio comi 8 pedaços de pizza ( 4queijos, marguerita, palmito, atum, frango, brigadeira, sensação e banana), foi BAUM! xP.
Estou atrasada para a aula de desenho, então, vou indo. Beijosss
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Porque comer dá sono e dormir dá fome
(essa minha introdução é muito ruim eu sei, mas não sei fazer diferente)
Feriadão! Que delícia não? NÃO. Porque estou enfrentando um problema muito sério no feriado. EU SÓ DURMO! Estou levando a sério essa coisa de comer e dormir, comer e dormir. Veja só:
De quarta para quinta dormi da 1 da manhã até meio dia, tirei uma soneca de 2:30 durante a tarde e dui dormir a 1 e meia da madrugada. De quinta para sexta durmi até as 11:30, fui no mercado com meu pai, fui num almoço o qual durmi no sofá das 4:30 até as 6:15. Nesse dia eu ainda tive que tomar um headbull as 7 da noite, porque estava com sono... O_O.
Não entendo como essas coisas acontecem. Não fiz absolutamente nada nesses dois dias se não comer e dormir e ainda por cima devo ressaltar que na quinta e na sexta feira eu comi um ovo Ferreiro Rocher SOZINHA. Logo, ou estou doente ou de fato comer da sono e dormir da fome. Não consigo cogitar outras explicações. Se for algum problema de saúde temos dentre as opções de diagnóstico: anemia, depressão, cansaço e doença do sono(se vc ter algum outro possivel me avise). De qualquer modo, espero realmente que eu não esteja doente.
Bom... enfim...
Vou melhorar disso... ou não... mas seu eu não melhorar será um problema, porque segudna feira INFELIZMENTE vai chegar. xDD. Estou pensando já que vou precisar de muito café de headbull no café da manha, hauhasuhasuahsuash.
A parte positiva de tudo isso é que no próximo sabado vai ter festinha em casa... niver do meu irmão... WEEE... Vai ser uma coisa bem basica, mas divertida. Festinha NERD depois da prova no sabado. divertimento? MUITO video-game, refri e pc... Vai ser relaxante. (PQP ESQUECI QUE TENHO AULA DE DESENHO DE MANGÁ!!! foda-se, vou faltar. u-ú)- por favor não briguem comigo só porque não vou pra aula de desenho... juro que ligo pra lá nessa semana avisando e tudo mais, quem sabe eu não consiga até repor a aula no funds que eu não tiver prova de manhã... quem sabe... ^.^
[ Incrivel minha capacidade de socar reticencias dentro do meu texto. De fato, preciso parar com esses vícios]
Bom, sabado que vem vai ser legal. Quem sabe se não role até um Marvel vs Capcom(quem sabe). Programa de nerds felizes. =O... Vamos fazer bagunça!!! (minha casa já é uam bagunça mesmo, mais bagunça não vai fazer tanto problema, eu acho). Para quem vem aqui em casa sabado que vem, só deixo uma mensagem: "Desculpem a bagunça e cuidado com suas coisas, meus cachorros comem de tudo". Meus cachorros tem a capacidade de destruir tudo, então um pouco de cuidado seria bom.
Quando digo cuidado é cuidado MESMO. Pois suas coisas estão sujeitas: a serem comidas (como foi a caixinha de aparelho da bell, meu trabalho de L.A. e a tarefa do Eric), a serem usadas como hidrantes (é... já fizeram isso com a mochila do Sérgio) e a serem enterradas (é menos comum, mas de qualquer modo). Devo avisar tbm que são meio animados... logo, não se espantem caso pulem, latão, etc...
Enfim, são só conselhos.
Hummm... Não o que mais escrever, afinal não fiz nada muito além disso nos últimos dias (afinal, só comi e durmi).
Então, até mais meus queridos... \o/
INTE!!!
domingo, 17 de abril de 2011
Mais ideias e Virada Cultural
Ando muito pensativa sobre o porque das coisas acontecerem. Por mais que o futuro seja incerto, que hajam encontros e desencontros, quantas vezes já não nos incomodamos em saber o porque, encontrar o cerne das questões. Acredito que isso aconteça com alguma frenquência com todos, principalmente em relações interpessoais, porque gostariamos de saber a resposta contida na mente das pessoas, apesar de muitas vezes teme-la.
Confesso que sou muito desastrada em perceber o que está nas entrelinhas, em compreender a razão do comportamentro humano, inclusive o meu. Concordo plenamente que sem saber posso me fazer de hipócrita, fazendo coisas com as quais minha mente não concorda. E ao mesmo tempo fico a pensar o por que das pessoas se comportarem de N maneira. Não é que eu queira questionar o comportamento dos outros, queria simplismente saber o porque.
Algumas vezes até sabemos o porque de alguem se comportar de tal maneira, mas nunca entendemos por completo, alias, atualmente não conhecemos as pessoas, quer dizer, não revelamos mais o todo que o nosso ser pode demonstrar. Estamos em um estado de tal egoísmo que sempre existem segredos, detalhes relevantes e tudo mais.
Mas focando novamente no assunto inicial que era o porque das coisas acontecerem. Toda ação tem uma reação de mesma intensidade e direção mas de sentidos opostos. Quer dizer, nós mesmos construimos a nossa realidade a todo momento, com nosso comportamento, nossas decisões, etc. Imagino que o mundo seja um conjunto de forças de ações e reações, que sejamos um fluido e que quanto mais ligados estamos huns aos outros mas fluxos existem, pois abrimos um leque cada vez maior de possibilidades, destruimos barreiras.
Se acredito no acaso, claro que acredito, mas talvez não no sentido total e usual da palavra. Imaginem que eu tenha uma decisão em N momento, uma força. Tal força irá se propagar dentro do espaço geográfico, pq por mais que vc receba um força em reação as forças não se cancelam. Então perdemos o controle do que irá acontecer. Assima força que se aplicou, acaba por incentivar uma outra força, e então outra e outra até que haja uma que te alcance. Porem essa já é tão distinta da força que vc aplicou que se considera ao acaso.
De forma mais concreta, pensem em uma mesa de bilhar, com várias bolinhas. Miramos a bola branca e aplicamos uma força. Temos nossão daquilo que fizemose provavelmente a fizemos visando um objetivo, porém certamente em algum momento a bolinha branca rebatera em outras e essas outras rebaterão em outras...
Claro que essa ideia não suporta totalmente as escolhas humanas, pois nossa imaginação, nosso livre arbitrio e nosso inconsciente altera a forma com que aplicamos as forças, pois temos escolhas. Enfim. É só uma questão com que ando pensando.
Estou tentando melhorar nessa coisa de ver além do óbivil e entender as escolhas dos outros. Só peço paciencia.
Bom, antes de encerrar a postagem devo dizer que a virada cultural foi bem legal. Claro que tinha muita gente bem LOKA, como posso dizer... high people,mas foi muito proveitoso. Não fiquei muito tempo lá, mas foi bom demais. Teria ficado a noite inteira ouvindo Beatles, mas não é como se eu pudesse ficar sosinha por lá né(*)... e.ê... Além disso vou confessar que morro de medo assim da rua anoite. Mas acho que maior apuros mesmo foi o caminho do palco dos Beatles até o Mc... pqp... >.<... Muito medo, ainda mais que meu irmão não estava com o grupo. (não é que eu não confiasse neles, ou qualquer coisa assim, mas meu irmão manow) Enfim... fiquei com medinho do povo locão, bebado pra caramba, das ruas cheias demais. Me senti uma criancinha com medo de se perder do grupo, MAS claro que tentei como pude prestar atençao em tudo a minah volta, saber sempre onde estão TODOS do grupo, olhar quem está em volta, o que está em volta e onde estava, além de tentar transmitir corporalmente certa seriedade(não que eu tenha conseguido ou algo assim). Enfim... agradeço a todos com quem estive lá na virada. Tchello, Fatobene, Matheus, Jorge, Igor, César, etc... E peço desculpas por der dado trabalho e por me tolerar.
(*) Foi a melhor parte da minah noite inteirinha, DE LONGE.
Obrigada a todos. Espero que tenham gostado do novo layout do blog e peço desculap pelos erros de portugues, ams como posso dizer... não quero voltar tudo para por acentos, virgulas, destrocar letras e etc.
OBS: Para o Roberto ver que não sou analfabeta- Eu conSigo escrever Certo. Viu? haushAUHAUHauhASUHSAUHa, só tenho preguiça e distração. =)
ENFIM!!! BEIJOSSSS
domingo, 20 de março de 2011
Ideias
POIS É CARA! Os caras fizeram ficar tudo macro! No Japão claro que aconteceu um desastre natural, foi foda. Mas por várias vezes percebi que é muito menos do que mostram na TV. Até mesmo o número de mortes, que de certo modo foi reduzido( tente comparar com o que aconteceu na Indonésia), é tudo muito sensacionalizado.
Muito mais que um desastre natural certamente o tsunami vai gerar um agravante para a já vivida crise econômica do Japão devido a crise de 2008. É fato que o país acabou perdendo muito por esse lado, mas a mídia exagerada sempre está analizando tudo com suas lentes. Tal, gera desconfiança e insegurança no mercado financeiro. Talvez não por medo de uma não recuperação, mas por medo da reação dos consumidores frente ao que ocorre no Japão. Especialmente levando em conta os recentes problemas com a radioatividade, que certamente afeta diretamente aqueles que consomem importados japoneses.
É interessante perceber também o quanto o acidente nuclear afetou a política com relação a energia nuclear. Particularmente apoio essa energia e é fato que é relativamente segura, a possibilidade de acidente de trabalho em uma usina nuclear é menor do que em outras usinas ou mesmo em outras condições de trabalho. O que ocorreu no Japão foi uma fatalidade em um país que tem grande parte de sua produção energética baseada no sistema nuclear. Não havia como prever tal catástrofe e certamente não seria viável ao Japão uma diferente localização geográfica, uma vez que não é só aquela região que possui riscos quanto a abalos sismicos mas sim todo um país.
É evidente que a energia nuclear ofereça riscos, mas também é mais do que evidente que o Japão está muito bem preparado para esse tipo de desastres, pois tem conciência de sua localização geográfica. Seria ignorância da Terra do Sol Nascente não levar em conta essas possibilidades. Talvez a visão mais concreta de um desenvolvimento da infraestrutura japonesa seja a engenharia desenvolvida por eles para combater os desastres. Prédios extremamente flexiveis que seguem literalmente o dito "Balança mais não cai".
Neste caso condenar a energia nuclear seria como aceitar e incentivar o uso dos combustíveis fósseis que seriam a unica possibilidade mais viável para o Japão, visando sua extenção territorial e possibilidades geofísicas.
A morte de quase 10 mil pessoas é significativa sim, mas deve lembrar de outros números também. O Japão é um país extremamente populoso com cerca de 130 milhões de habitantes. Porra! Quantos porcento morreram no desastre? Por esse lado os prejuizos foram reduzidos. Comparemos por exemplo com o número de mortes na Indonésia, onde o magnetude foi menor mas o número de mortos muito maior, estima-se que em 2008 tenham morrido 120 mil pessoas na Indonésia em detrimento do desastre que lá aconteceu.
Muitas vezes me parece que o fato do Japão ser a terceira economia mundial fez com que muitos tirassem os olhos com o que aconteceu(acontece) no oriente médio. Confesso que não sei desses números, mas não tenho medo de chutar que na Líbia já tenham morrido mais em detrimento da guerra civil do que no Japão em consequência do terremoto e do Tsunami. Não vou negar porém que exista sim um trabalho da mídia encima dos ocorridos do oriente médio, sempre esse quarto poder irá defender a democracia( que já não tem o mesmo significado literal da palavra) e isso nem mesmo por influência direta do estado, mas sim por uma conciência da mídia que anda muitas vezes em sincronia com os interesses das hegemonias.
Outro fato que me incomoda é a discussão aberta sobre a energia nuclear em outros países. Não faz sentido Angra ter proteção contra terremotos (REALMENTE NÃO FAZ SENTIDO). O fato é que o Brasil está no meio de uma placa tectônica e não creio em um Hot Spot em baixo de nossos pés. A não ser que a usina fique ativa durante vários milhões de anos não faz sentido essa proteção. Talvez um padrão internacional para usinas nucleares, mas é incomodo para mim.
A energia nuclear também se tornou assunto no mundo todo do ponto de vista da segurança mundial, onde agora (meio até que derrepente) todos adquiriram um medo da energia nuclear, pensando que irá explodir a qualquer momento. CLARO que há riscos, mas como posso dizer que há RISCOS. Não é assim tão comum um desastre em relação a isso. Poxa, se quizessem ter medo dessa fonte energética a teriam desde a segunda guerra mundial, quando o EUA por uma atitude de pura crueldade junto a uma política internacional sedenta por poder, jogou as bombas de Hiroshima e Nagazaki. Lembrem que o Japão recuperou-se dessas explosões, apesar de ser um grande trauma.
Talvez eu esteja exagerando, eu esteja errada, eu seja ignorante e tenha errado informações. Mas isso não muda o nascionalismo que eu sinto muito mais pelo Japão do que pelo próprio Brasil, pais este(BR) que de fato ainda não tem uma identidade ou um sentimento verdadeiramente nacional. Talvez esteja começando a se formar mas acredito que ainda lhe falte muito. O Japão tem sim defeitos, mas é evidente a confiança que aquelas pessoas tem em sua nação em seu governo. POW! Se um negócio como aquele acontece aqui, ignorando o real DESASTRE que iria aqui acontecer, a população estaria chingando o governo, criticando-o e desesperadamente tentando achar soluções por si próprios, afinal, não pode-se dizer que o população brasileira confie em seu governo. .___.''
Enfim. Tudo isso são só ideias que eu tive. Não precisam concordar. Simplismente pensem um pouco sobre o assunto.
PS; O orkut me odeia.
PS 2 : #prayforjapan
PS3: desculpem os erros ortográficos.
